Confesso

Eu gosto dele. Não sei por quanto tempo, ou por qual futuro.

Mas é fato que, nesse momento ao qual deito minha cabeça sob meu travesseiro sinto meu estomago reagir no momento em que em minha mente visualizo seu rosto, eu posso dizer com todas as poucas certezas que tenho que sim, eu gosto dele. Sem saber se é recíproco ou se por hora ao pensar em mim ele sorriu internamente, ou se alguma parte do seu corpo já reagiu a minha memória.

Com essa certeza, de que eu gosto dele, e com a incerteza do gosto dele por mim, me encontro em um leve estado de adrenalina, como se eu tivesse arriscando algo a mais por admitir meu amor. É engraçado pois eu apenas pensei em um garoto e falei para mim mesma o que sinto, mas isso já me faz sentir mais vida. Como se eu estivesse atravessando uma rua e um carro quase me atropelasse, comparação estranha ao se falar de amor e citar a morte. Morte aos momentos em que quis não gostar de alguém pois como é bom sentir o amor chegar ao seu corpo.

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